quarta-feira, 2 de junho de 2010

E-Fólio C


1 -A nossa instituição pretende desenvolver projectos para a integração dos jovens adultos na sociedade e no mercado de trabalho com o objectivo de ir ao encontro das suas principais necessidades:

• Desenvolver a autonomia
• Desenvolver a capacidade de organização
• Fazer uma carreira profissional
• Desenvolver a auto-estima
• Satisfazer as suas competências e capacidades de trabalhar em grupo

As necessidades deste grupo etário estão relacionadas com o seu futuro e com o papel que poderão desempenhar na sociedade, tendo em conta que nos encontramos num período crítico com decréscimo dos postos de trabalho.

Os jovens adultos atingem as suas principais potencialidades entre os 25 e os 30 anos, é nesta fase que acontece se dá uma grande evolução, a nível físico (mais força, resistência e vivacidade). Para além das transformações de aparência física, ocorrem outras como as dos papéis sociais e das capacidades intelectuais, que se podem desenvolver através das relações pessoais, interpessoais, sociais e culturais. O contexto em que os jovens adultos convivem poderá reflectir-se na sua personalidade, na aquisição de identidade e de maturidade.

Muitos jovens, antes de começarem a trabalhar, passam por mudanças significativas a nível emocional (sentimental) e social durante o tempo que frequentam o ensino superior através das relações que estabelecem entre os seus pares e professores. Vivem experiências que os podem preparar para trabalhar em grupo, hoje cada vez mais importante no mercado de trabalho.

Se o jovem adulto tiver a possibilidade de progredir nas suas ocupações (estudos, profissão) pode desenvolver responsabilidades e estabelecer prioridades, tanto a nível pessoal como profissional.

Na fase entre os 25 e os 30 anos, os jovens adultos pretendem desenvolver a sua autonomia e tornarem-se competentes. Querem ser independentes financeiramente e criar condições para desenvolver os seus objectivos. É frequente ver hoje muitos jovens adultos já licenciados que trabalham, alguns com a sua própria casa e família, no entanto, tentam criar melhores condições para si e suas famílias. Pretendem desenvolver mais as suas potencialidades, através da aquisição de mais conhecimento continuando a estudar, a tirar mestrados e pós-graduações.

A satisfação profissional é fundamental nesta faixa etária, para que se possa valorizar enquanto parte integrante da sociedade, reflectindo-se na sua vida familiar e nas relações com os outros.
“(…) o conceito que o indivíduo tem de si próprio está intimamente ligado à sua ocupação profissional(…)” (Tavares,2007,p.86)

A sua identidade será formada pela interligação de todas as experiências que vivência, na vida profissional, na sua vida amorosa, nas relações que estabelece com os outros (amigos, colegas, familiares, companheiros), vai ter a possibilidade de adquirir maturidade e conhecimento de diversas situações que lhe vão permitir compreender diversas realidades e ser mais ponderado e compreensivo com os outros.

2 – A Velhice:
http://www.slideshare.net/secret/epn9IxtdA1cMqJ

3- Mapa conceptual: Factores de Risco e Factores de Protecção
http://www.slideshare.net/secret/sIP1IVsdxHHTD

Bibliografia:
Tavares e tal. (2007). Manual de Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem, Porto Editora

sábado, 1 de maio de 2010

E-Fólio B (Ficha de leitura)




Ficha de Leitura

“Factores de risco e factores de protecção ao desenvolvimento infantil: uma revisão da área”Autores: Joviane Marcondelli Dias Maia - Universidade Federal de São Carlos
Lúcia Cavalcanti de Albuquerque Williams – Universidade Federal de São Carlos

Introdução:

O presente resumo refere o impacto dos factores de risco no desenvolvimento da criança e do adolescente. São identificados alguns factores de risco e de protecção, assim como a importância da afectividade no desenvolvimento do indivíduo e a formação da identidade.

O desenvolvimento do indivíduo depende de uma multiplicidade de aspectos internos (factores biológicos) e externos (factores ambientais) que podem causar impressões positivas ou negativas na sua vida, quer seja na saúde, no seu bem-estar ou na sua vida social. Actualmente existe maior preocupação com a protecção das crianças e adolescentes. Está prevista na lei a obrigatoriedade dos profissionais de educação em denunciar casos que envolvam a suspeita, ou a confirmação de maus tratos.

Factores de risco:

Existem várias condições a que as crianças e adolescentes podem estar expostos durante a formação da sua personalidade, tais como: a negligência, violência física, violência psicológica. Os profissionais que trabalham com estas faixas etárias devem conhecer quais são os factores de risco e os transtornos que podem causar no desenvolvimento. Importa também que conheçam os factores de protecção, para compreenderem, poderem ajudar a desenvolver a resolução de problemas e promover a auto-estima nas crianças em risco.

De acordo com Reppold, Pacheco,Bardagi, Hutz (2002) os factores de risco são condições que podem influenciar a saúde e o comportamento social do indivíduo de forma prejudicial. Também Ramey e Ramey (1998) referem que os distúrbios no desenvolvimento podem ocorrer mais facilmente em crianças expostas a determinadas condições biológicas e ambientais pouco favoráveis ao seu desenvolvimento.
Segundo Garmezy (1985) os factores de risco aumentam a probabilidade da criança desenvolver uma desordem emocional ou comportamental. Esses factores podem ser de origem genética da criança, da sua família, do ambiente em que a criança se desenvolve.

O abuso, a violência e a negligência têm impacto negativo na vida da criança podendo comprometer o seu desenvolvimento. De acordo com Barnet (1997), esses factores de risco estão associados à psicopatologia do desenvolvimento, causam efeitos negativos que podem abranger várias áreas do desenvolvimento humano: cognição, linguagem, desempenho académico e desenvolvimento sócio-emocional. Quando existem maus tratos, reflectem-se nas competências e na afectividade da criança. Segundo Bandura (1976), a observação de comportamentos violentos pode servir de modelo para crianças que crescem em lares de ambiente hostil , onde aprendem a comportar-se de forma agressiva nas interacções sociais .

Autores como Piaget, Freud e Erikson referiram nos seus estudos a importância da criança na família e na sociedade. Consideraram a infância como o período em que se desenvolvem capacidades cognitivas e sociais. (Tavares, 2007, pág.63)

Relativamente a crianças que vivem em ambientes de pobreza, expostas a situações de risco, como a falta de cuidados primários (alimentação, higiene, etc), os trabalhos de Egeland e de Hiester (1995) vieram demonstrar que crianças que pertencem a meios sociais desfavorecidos desenvolvem-se mais na creche que no ambiente familiar porque são mais estimuladas que em casa. (Golse, 2005, pág. 297)

Factores de protecção:

Para além da socialização no seio familiar, a escola também deve promover a socialização, dando todos os cuidados necessários ao desenvolvimento da criança e da sua identidade. De acordo com Rutter (1985), existem factores de protecção que podem ser considerados como risco ambiental, pelo facto de haver crianças que sendo muito protegidas, são consideradas “mal adaptadas”, pois demonstram poucas habilidades (competências) para a idade que têm.

Mas regra geral, os factores de protecção têm influência positiva nos indivíduos, principalmente nos primeiros anos de vida, mesmo nos que são expostos a ambientes hostis. De acordo com Hutz, Koller e Bandeira (1996, apud Reppold e tal., 2002) esses indivíduos não apresentam comportamentos de risco e actos violentos.

Winnicott considerou fundamental a forma como a criança é tratada desde o nascimento. O cuidado da mãe, a forma de pegar, está na base de todos os aspectos mais complexos. O “holding” é também a forma de proteger a criança de experiências angustiantes que possam ser sentidas e será determinante no processo de maturação que constitui o Ego de cada indivíduo, assim como a “capacidade de estar só” consigo próprio. (Golse, 2005, pág.94))

Desenvolvimento psicossocial:

A família é responsável pela socialização da criança, onde a criança começa a desenvolver-se: aprende a falar, a andar, a comer e a relacionar-se. De acordo com Bee (1995) é nesse ambiente que “a criança adquire comportamentos, habilidades e valores apropriados e desejáveis à sua cultura.”. Os pais têm um papel socializador, conforme Gomide (2003), servem-se de estratégias e técnicas para orientarem os comportamentos dos filhos, referidas como “práticas educativas parentais” que poderão desenvolver comportamentos pró sociais ou anti-sociais, depende da intensidade com que usam essas práticas.

Para Guralnick (1998) a interacção da família com a criança, garantindo a sua saúde e bem estar é fundamental para o desenvolvimento da mesma. A autora Werner (1998) revela a importância da segurança e da coerência na vida da criança. Refere ainda como factores de protecção a escola e os amigos por se destacarem como “suporte emocional”, assim como a importância dos professores por poderem ser um modelo de identificação pessoal para crianças de risco.

Segundo Erikson, o contexto social é relevante para o desenvolvimento da criança, depende da interacção com a família e com o ambiente social. A identidade pessoal e cultural constrói-se nos primeiros anos, através da vivência de múltiplas emoções que serão integradas na sua personalidade. (Tavares, 2007, pág 55)
“A crise da identidade é o seu conceito mais conhecido (Erikson, 1968), referindo-se à luta interior do adolescente pela definição de si próprio.” (Kendler, 1974 ,pág.941).

É uma luta contra o isolamento na juventude, onde se reúnem todas as vivências, exigindo o desenvolvimento das potencialidades do jovem para se tornar adulto, de crescer com objectivos do que quer ser e do que pretende fazer na vida, pessoalmente/profissionalmente. A maturidade está associada à estabilidade, à autonomia e à integridade da apreensão da realidade. Os progressos estão relacionados com os estádios de desenvolvimento, verificando-se a evolução ao longo do tempo.

Bibliografia:TAVARES, José, “Manual de Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem”, Porto, Porto Editora, 2007
GOLSE, Bernard, “O Desenvolvimento afectivo e intelectual da criança”, Lisboa, Climepsi Editores, 2005
KENDLER, Howard, “Introdução à Psicologia” II volume, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian , 1974
Artigo 1: “Factores de Risco e Factores de Protecção ao Desenvolvimento infantil” http://www.sbponline.org.br/revista2/vol13n2/v13n2a03t.htm
(Temas em Psicologia – 2005, volume 13, número 2” (ISSN 1413-389X))

http://www.voki.com/php/viewmessage/?chsm=a94f9291a4094217306d240c50c5ccda&mId=456110

quinta-feira, 18 de março de 2010

O Processo de Aprendizagem

Resposta à questão B.1 a) como concebe o processo de aprendizagem.

A aprendizagem inicia-se desde os primeiros contactos com a mãe, através da interaccão do bébé com a mãe, do carinho que ela lhe proporciona, da satisfação das necessidades e solicitações do bébé, que continuará a desenvolver-se quer através desse contacto familiar, quer do contacto com o meio ambiente que o rodeia.

O processo da aprendizagem acontece ao longo de toda a vida, também pela vivência com os outros, pelo desenvolvimento cognitivo que permitirá maior desempenho das capacidades linguísticas e motoras.

C) 1- Três ideias do senso comum


Refira três ideias do senso comum que sejam incorrectas sobre as características do desenvolvimento humano. Explique as razões pelas quais essas ideias são consideradas inadequadas:

- A ideia de que a hereditariedade é factor determinante para o desenvolvimento do indivíduo, como se a inteligência, as capacidades cognitivas estivessem dependentes dos genes herdados pelos seus progenitores. Essa ideia é inadequada porque existem vários factores que podem influenciar o desenvolvimento do sujeito, como por exemplo: os cuidados que recebe dos seus educadores, o facto de ser amado e de crescer num ambiente propício à harmonia.




- outra ideia é a de que as crianças de determinado meio social, como por exemplo, nas classes mais baixas têm menos capacidades de aprender do que as de classes mais previligiadas. É uma ideia baseada no preconceito,todas as crianças mesmo vivendo debaixo do mesmo tecto têm as suas próprias características e capacidades cognitivas. Cabe aos responsáveis pela Ëducação¨criar condições para poder dar a todos as mesmas possibilidades educativas, a democratização do ensino para os povos mais carenciados.



-¨burro velho, não aprende línguas¨, a ideia de que o indivíduo já não consegue aprender a partir de determinada idade, como se as suas capacidades intelectuais se esgotassem com o tempo.
É uma ideia errada que é posta de lado cada vez mais. Hoje em dia vemos pessoas com mais de 50 anos a estudar, idosos interessados em aprender a utilizar as novas tecnologias e a frequentarem escolas que durante toda a vida laboral nunca tiveram oportunidade. A aprendizagem e o desenvolvimento do indivíduo decorre durante toda a vida, vai desde o nascimento até à sua morte.

C) Ideias sobre Desenvolvimento Humano - questão 3


Resposta à questão 3 sobre "Ideias de Desenvolvimento Humano"

3.Para a construção de uma biblioteca de recursos da turma nesta unidade curricular, dê o seu contributo com a referência de ... um filme, ...ou outro material que considere interessante.


A necessidade do homem se relacionar é uma constante no filme "Náufrago", protagonizado por Tom Hanks.
A forma que ele encontra de comunicar com alguém, neste caso a bola, o seu amigo, companheiro com quem partilha alegrias e tristezas. Esta personagem (fabulosa) desenha um rosto na bola para lhe dar personificação.


O profundo sentimento que mantem com esse "sujeito" (a bola) é revelado no momento em que os dois se separam.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Importância da Psicologia do Desenvolvimento para o Técnico de Educação


Resposta à questão 4 de "Ideias sobre o Desenvolvimento Humano": Elabore uma entrada no seu Blogue em que explique o contributo da psicologia do desenvolvimento para o seu trabalho como técnico de educação.

A Psicologia do Desenvolvimento é essencial à compreensão do homem e às relações interpessoais.


O técnico de educação deve conhecer o ser humano e todas as etapas do seu desenvolvimento para poder adequar o ensino às capacidades de cada aluno

Se interage com crianças, deve saber reconhecer as diferentes etapas, ou estádios de desenvolvimento cognitivo (Piaget,p.118: Manual de Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem)para adequar o ensino às capacidades já adquiridas e às competências a desenvolver.

Se o seu trabalho inclui alunos com necessidades especiais deve servir-se de material de apoio e da ajuda de profissionais como terapeutas ocupacionais, terapeutas da fala, psicólogos para poder ajudar a desenvolver as capacidades que têm potencialidades.

Se faz um trabalho com adultos ou idosos deve saber identificar as problemáticas que fazem parte do seu dia a dia, para que o espaço e tempo de aprendizagem seja agradável e permita ajudar a superar dificuldades do dia-a-dia.

O Papel do aluno e do Professor


Resposta à questão B)-1. d) Descreva o modo como concebe o papel de aluno e professor.

O Aluno e o Professor são os sujeitos responsáveis pela boa aprendizagem.

Um não vive sem o outro. Através da preciosa interacção entre os dois, serão desenvolvidos conhecimentos que permitem o sucesso das aprendizagens.

e-fólio A - entregue a 26/03/2010

A .
A Psicologia do Desenvolvimento tornou-se autónoma desde finais do séc. XIX, acompanhado a evolução da ciência e das várias perspectivas do desenvolvimento humano, em particular da criança. Vários autores utilizaram a noção de estádio nas suas teorias sobre o desenvolvimento humano: Erikson, Piaget, Bruner, Vigotsky e Freud.


Cada estádio de desenvolvimento apresenta as suas próprias características, em etapas que pressupõem uma adaptação entre o sujeito e o meio, seguindo um padrão, numa sequência de capacidades que evoluem entre um estádio e outro, adaptadas a cada indivíduo. A vivência em cada estádio é importante para os seguintes, mas podem encontrar-se características referentes a um estádio, no anterior, ou no seguinte.

Foram desenvolvidas várias teorias, muitas delas serviram de base a mais investigações e a novas metodologias. O estudo do desenvolvimento humano continua a ser actualizado através de dados que surgem a cada nova investigação. As primeiras abordagens sobre desenvolvimento humano foram a maturacionista e a interaccionista:

- na primeira abordagem, Arnold Gesell perspectiva a importância do código genético, como poderá actuar após o nascimento e influenciar o desenvolvimento do indivíduo;

- na segunda abordagem, Piaget e Erikson revelam a importância do meio ambiente para além da hereditariedade, no desenvolvimento humano e nas suas diferentes etapas.

Através de teorias psicanalíticas: Erikson foi o primeiro a estruturar o desenvolvimento biopsicossocial do indivíduo em estádios; Freud evidenciou a evolução psicossexual.

Behavioristas como Watson e Skinner baseavam-se em métodos científicos rigorosos, dando particular relevo à experimentação e à relação entre estímulo e resposta.

Nas teorias cognitivistas, Jean Piaget refere as adaptações do indivíduo ao meio através de diferentes etapas, em que se vão desenvolvendo capacidades entre estádios.

Vygotsky destacou a interacção social na construção do desenvolvimento intelectual.

Os humanistas deram relevo à qualidade única da motivação humana, a capacidade de decidir por si. Maslow considerava que os humanos hierarquizam as suas necessidades.

Actualmente, numa perspectiva interaccionista e construtivista o indivíduo representa uma unidade biopsicossocial , considerando que o processo do desenvolvimento humano resulta da interacção de vários factores: biológicos, maturacionais, psicológicos, sociais, históricos e culturais.





B. 1 - O que explica estes ritmos diferentes de desenvolvimento nos seres vivos é a diferença das características de cada sistema biológico. As cargas genéticas desenvolvem-se de acordo com a espécie. Os mamíferos superiores desenvolvem-se mais rapidamente que a criança humana, mas também completam as suas capacidades muito mais cedo. Numa perspectiva interaccionista, o homem e os animais desenvolvem-se fisiologicamente também por influência do meio, desde a sua vida embrionária e por modificações, adaptações, envolvendo desde cedo uma organização temporal dos ritmos de vida.

2 - Os estudos de Goddard tentaram provar que as características psicológicas e de personalidade são determinadas pela influência duma pré-determinação genética para determinados comportamentos, permitindo à hereditariedade actuar sobre o indivíduo após o seu nascimento, sem a interferência de outros factores.

3 - A frase de Watson é reveladora da sua credibilidade em que o desenvolvimento humano e a aprendizagem eram geradas através do condicionamento de comportamentos. Behavioristas como ele consideravam o comportamento como resultado de um estímulo, em que o indivíduo age sem consciência.

4 – No caso dos defensores da hereditariedade, a criança só se desenvolve de acordo com as características genéticas herdadas. O que conseguiu aprender de novo é resultado duma predisposição genética, em que surgem algumas capacidades que ainda não tinham sido estimuladas.

No caso dos defensores do meio ambiente, a criança desenvolveu as suas capacidades de acordo com o contexto em que estava, do que os seus sentidos captavam, a forma de andar dos lobos, de comunicar, de comer, etc. Depois de encontrada, o factor tempo ganha particular relevância porque as etapas da infância onde se desenvolvem a maior parte das aprendizagens do ser humano já tinham passado, limitando novas aquisições.

5 – A maior influência no processo de aprendizagem é a “nurture” porque o indivíduo desenvolve as suas capacidades de acordo com o contexto em que cresce. O facto de ter mais ou menos capacidades não é determinado pela hereditariedade, mas através da interacção com o meio envolvente. A estimulação das suas competências motoras e cognitivas, permitirá novas aquisições ao longo das várias etapas do crescimento.

6 – 1. concordo; 2. concordo; 3. concordo muito; 4 . concordo; 5. discordo; 6 . concordo

Organização do estudo

O  estudo é organizado de forma a que os conhecimentos adquiridos possam ser memorizados de acordo com todas as matérias e currículos apreendidos desde o primeiro semestre do curso de Educação.
Enquadrar as matérias, relacionando todos esses conhecimentos dando uma perspectiva global da importância da Educação.

O Processo de Aprendizagem

Resposta à questão B.1 a)O modo como concebe o processo de aprendizagem:

A aprendizagem inicia-se desde os primeiros contactos com a mãe, através da interaccão do bébé com a mãe, do carinho que ela lhe proporciona, da satisfação das necessidades e solicitações do bébé, que continuará a desenvolver-se quer através desse contacto familiar, quer do contacto com o do meio ambiente que o rodeia.

O processo da aprendizagem acontece ao longo de toda a vida, também pela vivência com os outros, pelo desenvolvimento cognitivo que permitirá maior desempenho das capacidades linguísticas e motoras.

Continuará a desenvolver-se mesmo em contextos profissionais.